Denúncia de Tratamento Desigual na Inteligência Artificial da Meta Agita Polêmica Eleitoral
No último dia 14 de março, uma situação bastante curiosa e polêmica tomou conta do cenário político brasileiro. A coligação Brasil Pronto Pra Mais decidiu acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para relatar o que consideram um “tratamento desigual” da inteligência artificial da Meta, a empresa responsável por plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp. O que se passou? Usuários começaram a notar que, ao solicitar que o motor de IA da Meta criasse bandeiras com o nome do candidato Flávio Bolsonaro, a ferramenta respondia prontamente, gerando imagens com a frase “Flávio 22”. Contrapõe-se a isso o fato de que, ao tentar fazer o mesmo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a IA simplesmente não conseguia gerar a imagem requisitada, alegando que “não conseguiu gerar a imagem”. Isso levantou uma série de questionamentos sobre a imparcialidade da tecnologia utilizada pela Meta.
Testes Reveladores
A situação se tornou ainda mais intrigante quando a reportagem decidiu realizar testes próprios. Ao solicitar a criação de ilustrações com o sobrenome “Bolsonaro”, a ferramenta não produziu imagens, o que reforçou as alegações da coligação. Na denúncia, a equipe de Flávio Bolsonaro argumenta que a IA da Meta possui um viés que favorece o candidato e que, mesmo usuários insistindo em Lula, os resultados não eram os esperados. Um trecho da representação diz: “A Meta AI, motor de inteligência artificial que integra todas as plataformas geridas pela META, é, por si, enviesado e busca, a todo custo, entregar ao usuário um resultado favorável a Flávio Bolsonaro, ainda que o mesmo usuário insista em Lula”.