A morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior, de 42 anos, ganhou mais um capítulo nessa sexta-feira (18), depois que a Polícia Civil de São Paulo confirmou a identificação do principal suspeito de ter cometido o crime. Adalberto foi encontrado morto no dia 3 de junho, dentro de um buraco no Autódromo de Interlagos, zona sul da capital paulista. Até então, o caso era tratado como desaparecimento, já que ele sumiu em 30 de maio, uma sexta-feira à noite, depois de participar de um festival de motos que rolava no autódromo.
Para quem lembra, o sumiço dele gerou bastante comoção. Amigos e familiares começaram uma verdadeira busca nas redes sociais, tentando descobrir o paradeiro de Adalberto. Só que, infelizmente, o desfecho foi trágico. Quatro dias depois do desaparecimento, um funcionário que tava trabalhando numa obra dentro do autódromo encontrou o corpo. A partir daí, o que era um desaparecimento virou caso de homicídio.
Segundo a polícia, o principal suspeito é um segurança que prestava serviço no evento no dia em que Adalberto sumiu. O homem — que ainda não teve o nome divulgado oficialmente — é praticante de jiu-jitsu, o que chamou a atenção dos investigadores, e já tem passagens anteriores pela polícia por furto e ameaça. O histórico dele somado ao fato de estar no local do crime levanta sérias suspeitas.
Durante essa sexta (18), a Secretaria de Segurança Pública confirmou que foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão ligados ao caso. Foram apreendidos sete celulares, dois notebooks e até 21 munições de calibre .38, o que levantou ainda mais a tensão sobre o envolvimento de outras pessoas ou até mesmo o possível uso de arma de fogo no crime. Apesar disso, até o momento não há confirmação oficial de disparo.
O inquérito ainda está longe de ser concluído, mas os investigadores dizem que as apurações estão bem adiantadas. O que se sabe até agora é que a polícia tá analisando com cuidado todo o material recolhido, inclusive mensagens de WhatsApp e e-mails. Com a ajuda da perícia, os celulares devem fornecer dados importantes sobre o que realmente aconteceu naquela noite no autódromo.
A família de Adalberto tem acompanhado tudo bem de perto. Eles têm cobrado respostas, como qualquer um faria, né? Afinal, perder alguém de forma tão brutal e sem explicação concreta mexe com todo mundo. O caso chegou a repercutir até fora do estado de São Paulo, gerando debates nas redes sobre segurança em grandes eventos.
Vale lembrar que o Autódromo de Interlagos é palco de eventos enormes, como Fórmula 1, festivais de música e feiras automotivas. A falta de controle e fiscalização de quem circula nos bastidores desses eventos tem sido apontada como um possível fator de risco. Inclusive, depois do ocorrido, muitos começaram a questionar a contratação de seguranças terceirizados, já que nem sempre é feito um pente-fino nos antecedentes desses profissionais.
Embora a polícia ainda não tenha divulgado quando o suspeito será ouvido formalmente, fontes ligadas ao caso dizem que isso deve acontecer nos próximos dias. A expectativa é de que, com os dados extraídos dos celulares e notebooks, o quebra-cabeça comece a se montar com mais clareza.
Por enquanto, o que fica é a dor da família, a sede por justiça e uma cidade inteira querendo entender como um evento tão comum terminou em tragédia. E enquanto a polícia corre pra solucionar o caso, a gente segue acompanhando — e torcendo pra que essa história tenha, pelo menos, um desfecho just