Idosa tira a vida do marido com veneno de rato, e abandona parte do corpo dentro de mala em MS, diz polícia

Um crime assustador abalou a pacata cidade de Selvíria, no Mato Grosso do Sul. Uma idosa de 61 anos confessou ter matado o marido com veneno de rato, esquartejado o corpo e abandonado parte dele dentro de uma mala, às margens da BR-158. As investigações, que culminaram na prisão em flagrante da suspeita, foram concluídas na madrugada deste sábado (27). O caso, inicialmente tipificado como homicídio duplamente qualificado e ocultação de corpo, deixou a comunidade perplexa diante do tamanho do crime e das circunstâncias macabras que o envolvem.

Os fatos:

Após receber uma informação, a polícia e a perícia técnica se dirigiram ao local indicado e encontraram apenas o tronco da vítima dentro de uma mala. A partir de conversas com vizinhos e outros elementos de investigação, os agentes chegaram à esposa do homem assassinado. Inicialmente, a mulher negou qualquer envolvimento com o crime e demonstrou nervosismo durante uma entrevista. No entanto, após entrar em contradição com as informações, ela confessou o homicídio.

Segundo relatos à polícia, a suspeita teria dado veneno para ratos ao marido, e, posteriormente, diante da dificuldade de lidar com o corpo, optou por esquartejá-lo. Parte dos restos mortais foi colocada dentro da mala e abandonada na rodovia, enquanto o restante foi encontrado em um congelador, utilizado para armazenar alimentos destinados à venda de lanches.

Motivação e contexto:

O delegado responsável pelo caso, Felipe Rocha, revelou que a suspeita mencionou o estado de saúde do marido como uma das motivações para o crime. De acordo com a idosa, a vítima teria sofrido recentemente um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e necessitava de cuidados especiais. Alegadamente sobrecarregada com a situação, a mulher teria decidido pôr fim à vida do companheiro de forma trágica e repugnante.

Repercussão na comunidade:

A notícia do assassinato chocou a população de Selvíria, uma cidade marcada pela tranquilidade e pela convivência pacífica entre seus moradores. O crime, aliada à frieza e ao método utilizado pela suspeita, gerou indignação e revolta entre os habitantes locais. A ideia de que uma pessoa possa ser capaz de cometer um ato tão macabro contra alguém com quem compartilhou uma vida é difícil de ser compreendida.

Além disso, a crime abalou os familiares da vítima, que agora lidam com a dor da perda e com a constatação de que o ente querido foi vítima de um crime hediondo. A comunidade se solidariza com essas pessoas e clama por justiça, esperando que as medidas legais adequadas sejam tomadas para punir a responsável por esse ato terrível.



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