Jair Bolsonaro revela para onde vai caso não seja reeleito

Na noite desta última segunda-feira (12), o atual chefe do poder executivo( Jair Bolsonaro) participou de um podcast cristão e falou a respeito de diversos temas. Candidato à reeleição, Bolsonaro surge em segundo lugar na pesquisa Datafolha e corre o risco de ser derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Bolsonaro esteve de frente com influenciadores cristãos. Entre os entrevistados estiveram nomes como Karina Bacchi e o pastor Luciano Subirá. Vale ressaltar que Bolsonaro tem o total apoio entre os grupos evangélicos. O povo religioso é um dos pilares de sustentação do governo federal.

No decorrer do bate-papo no Collab, Bolsonaro falou sobre o futuro caso seja derrotado nas eleições. “Se não for (da vontade de Deus que vença a eleição), a gente passa a faixa e vou me recolher”, afirmou o presidente. Bolsonaro que tem 67 anos, chegou a afirmar que com a sua idade não há mais nada para fazer na terra.

Vale frisar que, o atual mandato de Bolsonaro finaliza no dia 31 de dezembro. Caso haja reeleição, o prazo no poder se estende até o fim de 2026. Bolsonaro foi eleito presidente da República em 2018, após derrotar Fernando Haddad (PT) no segundo turno. Na oportunidade, o atual chefe do executivo recebeu mais de 57 milhões de votos.

As eleições estão agendadas para o próximo dia 2 de outubro. Os brasileiros se dirigiram às urnas para decidir o novo presidente e os representantes para outros quatro cargos. No Brasil, há cerca de 156 milhões de eleitores. Pessoas de 16 anos para cima podem votar. Entre 16 a 18 anos e acima de 70, o voto não é obrigado. O presidente eleito ficará no cargo por quatro anos e poderá indicar dois ministros ao STF.

No final, Bolsonaro fez questão de agradecer a todos os espectadores e aos apresentadores pela participação e também voltou a destacar os seus “princípios”.

“Temos os mesmos valores. A família. Tenho sempre falado Deus, pátria, família e liberdade. Não esqueça da palavra liberdade, isso é importantíssimo, não tem preço isso. E eu digo, é mais importante que a própria vida. Eu prefiro morrer lutando do que sobreviver num presídio sem poder ter liberdade de expressão, sem poder usar meu telefone, sem poder ir e vir, sem poder ver o jogo de futebol“, afirmou.



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