Mãe infarta ao tentar ensinar matemática ao filho e história acaba viralizando nas redes sociais

Uma chinesa quase perde a vida depois de sofrer um infarto enquanto tentava ensinar a lição de matemática passado pela professora para o filho. Conforme com o jornal Sin Chew Daily, a dona de casa, conhecida como Wang, contou que estava muito estressada e perdeu o fôlego.

A mulher, 36 anos, tinha o hábito de se sentar toda noite com o filho, que cursa o terceiro ano do ensino básico, para ajudá-lo no dever de casa. Na grande maioria das vezes, a chinesa se deparava com sérias dificuldades para fazer com que o menino entendesse as questões aplicadas.

No decorrer de uma entrevista cedida a imprensa local, a mãe revelou que tentou por inúmeras vezes explicar a mesma questão e passou mal. “Comecei a ficar com raiva e tive vontade de explodir. De repente, senti-me perturbada e sem fôlego. Chamei meu marido e pedi que ele me levasse ao hospital”, afirmou Wang ao jornal chinês.

“Isso tende a acontecer com pais mais novos. É causado não por dietas não balanceadas, mas por emoções. E é mais comum com mães jovens”, explicou o médico especialista no caso.

Infarto pode ocorrer em qualquer idade; entenda as causas

Vale pontuar que o infarto é provocado pelo bloqueamento de alguma artéria do coração. Em ambas as doenças, coágulos podem colaborar para a interrupção do fluxo sanguíneo e funcionamento normal dos órgãos, porém, no infarto, o maior provocador das obstruções é o acúmulo de placas de gordura nas paredes das artérias.

É extremamente importante estar atento para os sintomas das principais doenças que provocam a morte no Brasil e no mundo. Dentre elas, as mais frequentes são: o infarto do miocárdio (IAM) e o acidente vascular cerebral (AVC), que juntas, tiram a vida de cerca de 110 mil pessoas por ano no País. Apesar de serem mais comuns com o avançar da idade, podem atingir qualquer pessoa e em qualquer lugar.

Conforme com a Dra. Sheila Martins, Presidente da Rede Brasil AVC, o Infarto e o AVC ocorrem em jovens por uma totalidade de fatores, como hábitos de vida nocivos, histórico familiar e doenças crônicas. “O tabagismo, sedentarismo, má alimentação, ansiedade e estresse são alguns dos elementos que aumentam a suscetibilidade. A hipercolesterolemia – colesterol ruim elevado – e doenças crônicas, como o diabetes tipo 2 e hipertensão arterial, tornam o risco ainda maior”.



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