Michelle Bolsonaro detalha prioridade após descartar candidatura

Recentemente, notícias vêm circulando sobre o futuro político de Michelle Bolsonaro, esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com fontes próximas à família Bolsonaro, Michelle descartou a possibilidade de se candidatar a um cargo eletivo, mas isso não significa que ela ficará fora da política.

Em vez de buscar uma posição eletiva, Michelle pretende priorizar sua atuação no PL Mulher, braço feminino do Partido Liberal. A ideia é que Michelle lidere o PL Mulher e se concentre em questões de inclusão social, alinhadas às suas antigas ações como primeira-dama. De acordo com fontes, ela está interessada em se envolver em temas como o trabalho com deficientes auditivos e doenças raras, com o objetivo de estimular a filiação de mulheres ao partido.

No entanto, para alcançar essas metas, Michelle terá que mudar alguns de seus hábitos. Desde que retornou dos Estados Unidos, ela tem sido pouco vista na sede do PL, o que pode prejudicar sua capacidade de liderança e influência no partido. É importante destacar, entretanto, que essas informações ainda são especulativas e ainda não há um plano oficial para o futuro político de Michelle Bolsonaro.

Em resumo, apesar de Michelle ter descartado a possibilidade de se candidatar a um cargo eletivo, ela ainda tem planos de permanecer ativa na política, liderando o PL Mulher e concentrando-se em questões de inclusão social. No entanto, para que esse objetivo seja alcançado, será necessário que ela mude alguns hábitos e seja mais presente na sede do partido.

Remuneração

Embora da confiança e do papel reservado para Michelle, o PL não remunerará salários à esposa de Bolsonaro, ao menos por esses dias.

Isso porque a ex-primeira-dama e os assessores contratados pelo partido só serão assalariados quando as contas do partido forem desbloqueadas.

Trabalho em andamento

Ao tomar posse do comando do PL Mulher, Michelle esperava receber R$ 39 mil mensais – quantia maior à que Bolsonaro ganhava, de R$ 30,9 mil, quando era chefe do poder executivo. Michelle, inclusive, começou a ‘atuar’ para a sigla na semana passada, ao:

  • Marcar presença no jantar de apoio à candidatura de Rogério Marinho (PL) ao Senado – derrotado por Rodrigo Pacheco (PSD);
  • Bater ponto no Congresso antes da votação acontecer.


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