Em uma reviravolta, a OceanGate, empresa responsável pela expedição aos destroços do Titanic usando o submersível Titan, anunciou na quinta-feira (22) que acredita que os passageiros do submersível foram “tragicamente perdidos”, segundo um comunicado comunicado divulgado pela empresa.
“Agora acreditamos que nosso CEO Stockton Rush, Shahzada Dawood e seu filho Suleman Dawood, Hamish Harding e Paul-Henri Nargeolet foram tragicamente perdidos”, afirmou a empresa.
“Esses homens eram verdadeiros exploradores que compartilhavam um espírito distinto de aventura e uma profunda paixão por explorar e proteger os oceanos do mundo”, diz o comunicado. “Nossos corações estão com essas cinco almas e todos os membros de suas famílias durante esse período trágico. Lamentamos a perda de vidas e a alegria que trouxeram a todos que os conheceram.”
Na manhã desta quinta-feira, a Guarda Costeira informou que foram encontrados destroços dentro da área de busca, que foram identificados como parte da estrutura externa do submarino. A busca pela cápsula da tripulação do Titã continua, de acordo com o memorando.
Os destroços estavam localizados no fundo do oceano, a aproximadamente 500 metros da proa do Titanic.
O prazo estimado para a duração do abastecimento de oxigênio no Titã, conforme informado pela empresa responsável, a OceanGate Expeditions, expirou na manhã desta quinta-feira (22). O submersível foi equipado com 96 horas de ar respirável, de acordo com as especificações.
A notícia da trágica perda de vidas chocou a exploração e as comunidades marítimas. A expedição da OceanGate aos destroços do Titanic foi altamente antecipada, capturando a imaginação de pessoas ao redor do mundo. O submersível Titan era considerado de última geração e havia sido meticulosamente preparado para esta ousada viagem.
Stockton Rush, CEO da OceanGate, era uma figura renomada no campo da exploração marítima. Sua paixão pelos oceanos e seu compromisso com a conservação dos oceanos lhe renderam respeito e admiração entre seus pares. Shahzada Dawood, Suleman Dawood, Hamish Harding e Paul-Henri Nargeolet eram todos indivíduos talentosos que compartilhavam um desejo comum de ultrapassar os limites da exploração humana e aprofundar nossa compreensão do mundo subaquático.
A perda desses cinco indivíduos representa uma profunda tragédia, não apenas para suas famílias e entes queridos, mas também para a comunidade mais ampla de exploradores e entusiastas do oceano. Sua dedicação e entusiasmo pela exploração oceânica servem como um lembrete dos riscos envolvidos em ultrapassar os limites do conhecimento humano.
A OceanGate Expeditions, bem como as autoridades envolvidas nos esforços de busca e recuperação, sem dúvida conduzirão investigações completas para determinar a causa deste trágico incidente. As lições aprendidas com este evento devastador irão, sem dúvida, moldar futuros protocolos e procedimentos de segurança no campo da exploração subaquática.
A exploração dos destroços do Titanic sempre carrega um sentimento de admiração e solenidade. O naufrágio do navio em 1912 foi um momento crucial na história, ceifando inúmeras vidas e deixando uma marca indelével na memória coletiva. Os esforços para alcançar as profundezas do oceano e explorar os restos do Titanic foram motivados pelo desejo de homenagear as vítimas e obter uma compreensão mais profunda do significado histórico do evento.
Embora a perda do submersível Titan e seus passageiros seja um revés devastador, serve como um lembrete dos riscos inerentes associados à exploração das profundezas dos oceanos. A natureza vasta e implacável do mundo subaquático exige a máxima cautela e preparação daqueles que se atrevem a se aventurar em suas profundezas.